Instituição é terceira no país no atendimento de alunos que recorreram ao programa para ensino a distância
A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) é a terceira instituição de ensino superior do Brasil que mais distribuiu chips de conectividade por dados móveis e é a primeira no Nordeste nesse quesito, com 2.342 chips concedidos aos seus estudantes por meio do programa Alunos Conectados da Rede Nacional de Pesquisa (RNP) do Ministério da Educação. Isso se deve aos esforços da Universidade e de seus de vários setores, como a administração superior, a Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proaes), a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) e a Diretoria Integrada de Bibliotecas, em disponibilizar estrutura necessária aos alunos na continuidade do período 2020.1.
Após os trabalhos de entrega de tablets na capital e no interior por meio dos editais de Auxílio Inclusão Digital da Proaes, a UFMA fez entrega dos chips de conectividade no Câmpus São Luís e continua distribuindo chips aos seus estudantes em todos os seus câmpus do interior, conforme as informações abaixo.
Bacabal – O Câmpus Bacabal recebeu uma remessa de 107 chips da listagem de estudantes que realizaram a solicitação e mais 30 da reserva técnica caso houvesse falha em alguns dos chips regulares. Para o aluno Emerson Winicius Vieira dos Santos, da Licenciatura em Educação do Campo, “o programa se faz importante na vida do discente com sua proposta de minimizar os custos com a internet utilizada para as aulas remotas”, afirmou.
Balsas – Em Balsas, foram entregues 10 tablets e 13 chips de pacotes de dados na biblioteca local do câmpus, cuja entrega prossegue no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h. “Considero os editais de auxílio inclusão digital como iniciativas importantes neste momento delicado de afastamento das atividades acadêmicas presenciais”, declarou Ana Laura Alves de Araújo, pedagoga da assistência estudantil.
Chapadinha – No Câmpus Chapadinha, os chips chegaram no dia 16 de outubro, em que os discentes receberam os aparatos em envelopes com seus respectivos nomes, no horário das 13h às 15h. “Noventa e nove pessoas do câmpus vão receber o chip, mas, até agora, apenas trinta pessoas vieram buscar, ou seja, faltam ainda 70%”, afirmou o bibliotecário Kaio Aguiar, responsável pela entrega.
Codó – Em Codó, foram reservados 46 chips para os respectivos alunos do câmpus e mais cinco para estudantes de Bacabal que preferiram retirar no câmpus codoense, e ainda ficam à disposição 30 chips para uso em caso de eventuais falhas dos chips dos discentes. Eliete dos Santos da Silva, do quarto período de Licenciatura em Pedagogia, disse que achou bastante interessante a iniciativa institucional.
Grajaú – No Campus de Grajaú estão em processo de entrega 48 chips, dos quais a assistente social Andréa Lemos Gomes ainda aguarda a chegada de mais alunos para recebimento. “Acredito que, em um momento tão novo e difícil pra todos, a Universidade se posicionou de maneira ética e responsável ao tentar garantir a continuidade das atividades de ensino, mas sem comprometer a saúde física e emocional dos alunos, professores, técnicos e terceirizados. Assim, o uso de tablets e chips de acesso à internet poderá facilitar o acesso às aulas e atividades que serão realizadas durante esse período, ampliando o alcance e a equidade em educação”, ressaltou.
Imperatriz – Em Imperatriz, a viabilidade dos tablets e dos chips mudou significativamente a rotina de Maria Francisca Sousa Silva, do terceiro período do curso de Pedagogia, ao receber o tablet e o chip da Universidade. “É de grande relevância este projeto pois, por meio do chip, estamos tendo acesso às aulas, é uma forma de inclusão para quem não tem condição de ter uma internet paga. Nos dias em que eu estava sem o chip, para não ficar fora da sala de aula, tive que ir para casa de colegas, pegando o wi-fi deles para ter acesso às aulas. Com o chip já muda a situação, porque consigo assistir às aulas em casa e tenho ampliado o acesso à disciplina e aos conteúdos disponibilizados pelos professores”, relatou.
Pinheiro – Em Pinheiro, os chips estão em entrega na biblioteca do câmpus, onde o estudante Nathaniel Gomes Oliveira, do terceiro período da Licenciatura em Educação Física, foi um dos estudantes a receber o chip de conectividade. “É com satisfação que recebo esse chip, uma oportunidade que a UFMA está concedendo a centenas de alunos em todos os câmpus do Maranhão, possibilitando, assim, eu dar continuidade aos trabalhos acadêmicos propostos nas aulas remotas”, opinou.
São Bernardo – No Câmpus São Bernardo, já foram entregues 20 chips do pacote de dados e um dos contemplados foi o discente Francisco das Chagas Oliveira dos Santos, do curso de Licenciatura em Linguagens e Códigos – Língua Portuguesa. Ele comentou que o recebimento dos chips pelos estudantes é muito relevante por conta do acesso mais facilitado a todos os recursos disponíveis para as aulas remotas.

