AQUILES EMIR
As medidas preventivas ao coronavírus estão levando a Igreja Católica a adotar uma série de medidas que visem a evitar a proliferação do vírus, que é facilitada pelo contato pessoal. Dentre as medidas que vêm sendo adotadas durante a celebração de missas as mais importantes são as de não colocar hóstia na boca de quem comunga, não dar as mãos durante o Pai Nosso e não haver abraços no momento da “Paz de Cristo”.
Estes são os momentos mais importantes para os católicos durante a celebração do culto, pois são os que mais explicitam a fé em Deus e obediência aos ensinamentos de Jesus cristo.
As medidas da Igreja para evitar contaminação dos fieis segue o exemplo de quatro décadas atrás, quando nos anos 1970, durante uma ameaça de meningite, passou a adotar a comunhão com colocação da hóstia nas mãos.
Esta semana, arquidioceses de vários estados emitiram nota com orientações a sacerdotes e fiéis. Segundo a do Rio de Janeiro, a Igreja Católica “quer contribuir, de modo concreto e eficaz, com as medidas preventivas”.
Seguem algumas orientações nos rituais da Santa Missa:
1- A boa higienização das mãos dos celebrantes da Missa e dos MESC.
2- A Comunhão Eucarística, durante um período transitório, seja preferencialmente recebida nas mãos, conforme está prescrito pela lei.
3- A oração do Pai Nosso seja feita com profundo sentimento fraterno e sem o contato manual com as pessoas ao lado.
4- O abraço da paz ou o cumprimento manual seja substituído por uma leve inclinação de cabeça e por desejos expressos de paz aos irmãos próximos nos bancos.
5- Sugerimos que as paróquias tornem acessíveis aos seus fiéis alguns recipientes com álcool gel, para a higiene das mãos.
“A compreensão e a vivência dessas orientações pastorais, por um tempo transitório, sejam um reflexo do espírito de unidade e de obediência na fé, sinais tão distintivos da nossa Igreja Católica” completa o comunicado.




