CONVERSA FRANCA
A força de Juscelino Filho no governo
O presidente Lula nomeou e deu posse, nesta quinta-feira (24), a Frederico de Siqueira Filho no cargo de ministro das Comunicações.
Ex-presidente da Telebrás, ele foi indicado a Lula pelo ex-ministro e deputado federal Juscelino Filho (União-MA), que comandou o MCom por dois anos e quatro meses, e pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP), em reunião realizada na última quarta-feira (23), no Palácio do Planalto.
O nome de Frederico foi referendado pelo presidente nacional do União Brasil, Antonio de Rueda, e pelo líder do partido na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes.
Resposta de Moro a Miriam Leitão
O senador Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato, criticou o comentário feito pela jornalista Miriam Leitão, em sua coluna de O Globo desta sexta-feira (25), onde, ao tentar justificar a prisão do ex-presidente Fernando Collor sem mostrar a contradição do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou outras condenações, mas mantém alguns processo, disse que ela não teria nada a ver com as investigações de Curitiba (PR).
“Todas as provas anuladas pelo ministro Dias Toffoli são referentes aos casos relativos à Odebrecht. Collor é acusado de corrupção e tráfego de influência em processo relacionado à UTC Engenharia na BR Distribuidora”, escreveu ela.
Moro foi direto ao ponto:
“Comprovantes de depósito em dinheiro na conta de Collor foram encontrados no escritório de Alberto Youssef em busca por mim autorizada, sendo esta a origem da investigação. Não procede, portanto, sua afirmação de que o caso não tem relação com o trabalho de Curitiba”, disse o senador.
Presidência da Câmara
Das muitas emoções vividas pelo médico Elias Amorim (E), quinta-feira (24), quando recebeu o título de Cidadão Honorário de São Luís, uma das mais marcantes foi quando sua filha, Lívia, assumiu a presidência da sessão, na Câmara Municipal, enquanto o interino e autor da homenagem, vereador Raimundo Penha, ocupava a tribuna.
Verdadeiros culpados pelo escândalo no INSS preservados
Guerra de narrativas entre bolsonaristas e lulistas sobre o escândalo no INSS: políticos de esquerda e de direita travam discussão para apontar se a culpa é de Bolsonaro ou de Lula, já que o “assalto” aos aposentados e pensionistas vinha desde 2019.
Vale dizer, no entanto, que nenhum centavo da Previdência foi desviado, mas de contracheques de segurados, e e quem desviava eram associações, sindicatos, ONGs…, que atuam “em defesa de uma melhor qualidade de vida para idosos”, mas estas instituições estão fora do debate.
Por quê?
Porque há sempre um político encorajados a defendê-las. E assim os brasileiros vão continuar sem saber quem são os verdadeiros culpados pela sangria do dinheiro dos mais pobres, em nome doas quais muitos partidos e políticos atuam sem parar.




