Associação Comercial do Maranhão (ACM) , Associação dos Jovens Empresários do Maranhão (AJE-MA), Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL) e Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do Maranhão (Fecomércio) protocolaram na última terça-feira (24), um documento ao governador do Maranhão, Flávio Dino, com várias propostas dos segmentos de comércio e serviços, visando minimizar os impactos da epidemia do coronavírus na economia local, em especial nas micro e pequenas empresas locais.
Apesar de reafirmarem apoio à suspensão temporária das atividades ao comércio, como ação para conter a Covid-19, os dirigentes das ressaltam que é indispensável a adoção de medidas de auxílio emergencial às empresas, por parte do governo estadual.
O presidente da CDL São Luís, Fábio Ribeiro, diz que as perdas decorrentes da suspensão da atividade comercial são incalculáveis.
A prioridade nesse momento é a saúde das pessoas, mas também precisamos manter vivas as empresas, e isso só vai acontecer se tivermos o suporte do governo, com medidas que atenuem as perdas e possibilitem a manutenção dos empregos”, afirma.
Cristiano Fernandes, presidente da Associação Comercial do Maranhão, ressalta a importância do atendimento às reivindicações dos segmentos empresariais.
“Foi necessário fechar, e ainda nem temos perspectiva de quando as atividades serão retomadas; por isso, é importante se antecipar a um cenário de recessão econômica que certamente virá. O governo federal anunciou medidas e esperamos concessões também do governo estadual, com benefícios que amenizem os impactos dessa crise”, avalia.
As entidades manifestaram abertura ao diálogo na busca de soluções conjuntas e aguardam resposta, por parte do governo.
A Fecomércio tem orientado os empresários sobre medidas trabalhistas que reduzam o impacto imediato. “Estamos preocupados com o atual cenário, e continuamos tentando manter um diálogo com o Governo do Estado para flexibilizar outras alternativas que deem garantias para a sobrevivência das empresas do comércio local”, afirma Antonio de Sousa Freitas, presidente em exercício da entidade.
Para o presidente da AJE-MA, Fábio Henrique de Souza, a superação da crise depende de esforço coletivo. “Todos os segmentos têm que cumprir sua responsabilidade nesse novo cenário, e o caminho é o diálogo para que possamos construir alternativas e sair mais fortes da crise”, diz.




