Ação foi após assassinato de petista no Paraná 

Em sua live semana del na última sexta-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro comentou a decisão do ministro Alexandre de Moraes,  que deu um prazo de dois dias para explicar discurso de ódio e incitação à violência. A ação é  do PT e outros partidos de oposição.

Segundo Bolsonaro, a ação é “uma falta de consideração com o chefe do Executivo” e que sua assessoria é quem vai responder ao ministro. Mais tarde, o presidente postou em sua conta pessoal no Twitter: “Manifesto que sou contra”.

O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu hoje prazo de 48 horas para que o presidente se manifeste sobre a ação protocolada pelo PT e outros partidos oposicionistas envolvendo suposto “discurso de ódio e incitação da violência”.

“Nesse contexto de relevantíssimas consequências solicitadas pelos requerentes, torna-se necessária a prévia manifestação do representado, estabelecendo-se o contraditório”, decidiu o ministro.

A ação foi protocolada no TSE após o homicídio do guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda, que era tesoureiro do PT. O crime ocorreu no último sábado (9), em Foz do Iguaçu (PR).

Além do PT, também participam da ação a Rede Sustentabilidade, o PCdoB, PSB, PV e o Psol.

Durante o mês de julho, o tribunal está em recesso e não há sessões de julgamento. No entanto, os preparativos para as eleições e a apreciação de questões urgentes continuam a ser decididas pelo presidente, Edson Fachin, e Moraes, que atuam em esquema de revezamento de 15 dias no comando do TSE.

(Agência Brasil)

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