Prefeito pede que polícia apure o caso, “doa a quem doer”
O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, se pronunciou, pela primeira vez, sobre o achado de um veículo com dinheiro suspeito, que envolveria pessoas do seu laço familiar. Ele disse que o caso não o afeta e pediu que a polícia aprofunde as investigações, “doa a quem doer”.
Num vídeo postado em sua redes sociais, o prefeito lamentou a existência neste episódio de um carro em nome sua mãe, Antônia Braide, que faleceu há dez anos. Ele diz que esse veículo está sob a guarda do irmão Antônio Carlos, com quem não teria nenhum tipo de relação há mais de três anos.
O carro em nome da mãe do prefeito foi o que transportou a pessoa que levou o Clio com dinheiro na mala (mais de R$ 1 milhão) e que foi abandonado numa rua da área nobre de São Luís, do bairro Renascença, em frente a um condomínio residencial. Ele disse que essa descoberta o magoou por se tratar de um patrimônio que pertencia à sua genitora, que morreu em consequência de um câncer, portanto não aceita que o nome dela seja manchado.
O motorista do Clio, Guilherme Ferreira Teixeira, trabalhou com o prefeito quando este era deputado federal, depois foi lotado na Prefeitura de São Luís e até semana passada era nomeado na Assembleia Legislativa, no gabinete do irmão do prefeito, Fernando, deputado estadual. A polícia ainda investiga o que motivou o abandono do carro e quais seriam a origem e o destino do dinheiro, bem como para que seria utilizado.
Assista ao vídeo:

