Fortalecer setor é fundamental para economia maranhense

Dos quase trinta segmentos industriais representados pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), cerca de uma dezena está diretamente associada ao agronegócio dos segmentos de etanol, móveis, grãos, óleos, celulose e papel, carne, leite e derivados, cana, açúcar e até materiais de construção. Todos esses produtos são matérias-primas para diversos segmentos industriais.

Essa rica conexão entre os dois setores está presente na 64ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), onde o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) mostram exemplos do melhor da gastronomia e da fruticultura maranhenses.

Neste domingo, quando houve a abertura do eveto, o presidente da Fiema, Edilson Baldez, recepcionou os visitantes no estande da entidade:

“A Expoema é a grande festa do Maranhão e que consegue reunir todos os segmentos empresariais, como da indústria, comércio, agricultura e pecuária”, disse Edilson Baldez. Consolidada ao longo dos anos como uma vitrine para o agronegócio, indústria e serviços, a Expoema segue sendo um espaço de integração entre os diversos setores econômicos do estado.

“A participação da Fiema reforça seu papel estratégico na promoção do desenvolvimento sustentável e na criação de novas oportunidades de negócios para o Maranhão”, frisou Baldez (C) na recepção ao governador Carlos Branda (E)

O superintendente da Federação, César Miranda, reforçou que o setor industrial tem uma conectividade e uma dependência do agronegócio.

“Entendemos que é necessário estarmos juntos, valorizar e ajudarmos a construir esse setor produtivo que tanto enriquece o nosso estado e o nosso país. A FIEMA e o agronegócio podem juntos construir negócios, gerar mais empregos e renda em uma economia mais forte e pujante no nosso estado”, explicou ele.

Já vice-presidente executivo da Fiema e presidente do do Centro das Indústrias do Maranhão (Ciema), Cláudio Azevedo, que por anos organizou a feira agropecuária, ressaltou a força do agronegócio para a economia.

“Para o Brasil e especialmente para o Maranhão, o agronegócio é um pilar fundamental que impulsiona não apenas a economia rural, mas também fortalece o setor industrial, gerando emprego e inovação. A Expoema celebra essa força, e o fato de nosso estado estar livre da Febre Aftosa sem vacinação, por exemplo, abre novas oportunidades para a indústria maranhense”.
Sistema Fiema – O Sesi levou para o Parque Independência, local do evento, muita tecnologia, cultura e gastronomia. O “Cozinha Gourmet” e o projeto cultural “SESI vem ver, mermã” fazem parte das ações. O Sesi está com uma unidade móvel de saúde e com a bikenergy, que ao pedalar o visitante gera energia suficiente para fazer funcionar um liquidificar onde são preparados sucos.
“Podemos ajudar todo o setor produtivo, especialmente aquele que produz agricultura familiar e que é a maioria da realidade maranhense ligada à agricultura. Podemos fornecer produtos já beneficiados e que podem gerar renda a partir da atividade da agricultura, além de uma gama de serviços na linha da alimentação saudável”, diz o superintendente do órgão, Diogo Lima.
Já o Senai leva o projeto agroindustrial “Inovação e Tecnologia em Fruticultura”, com a exposição de produtos à base do abacaxi Turiaçu, fruta típica do Maranhão. Bebidas alcoólicas e não alcoólicas, geleias, pimentas, temperos, além de outros produtos utilizando o abacaxi como matéria-prima estão sendo expostos com degustação para os participantes. 
“Estamos demonstrando alguns produtos que fazem parte da Cadeia Produtiva do Abacaxi e ao mesmo tempo mostrando a importância da educação profissional e tecnológica para o estado do Maranhão”, falou o diretor regional, Raimundo Arruda.
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