Equipes do Sesi buscam classificação  

Com 66 alunos e 13 técnicos de robótica das Escolas Sesi, o Maranhão partcipa no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF), até sábado (18) do Torneio Nacional Sesi de Robótica. A competição reúne mais de 2 mil estudantes de todo o Brasil.

Nesta quarta (15), o dia foi de arrumar os pits e os estandes para as 11 equipes maranhenses que, nesta quinta, iniciam as disputas em três grandes competições que integram a temporada 2022-2023 do Festival SESI de Robótica. São elas:

  • FIRST® LEGO® League (FLL),
  • FIRST® Tech Challenge (FTC)
  • F1 in Schools.

Na temporada 2023, a FIRST® LEGO® League (FLL) trabalha com a temática da energia.

As equipes terão que provar diante de uma banca de juízes que os robôs que programaram são capazes de executar bem a sua missão e apresentar alternativas inovadoras para geração, armazenamento, distribuição e/ou consumo de energia. O público vai se surpreender com a capacidade dos alunos competidores, com idade entre 9 e 16 anos, de criarem soluções para problemas tão complexos.

As equipes maranhenses classificadas no regional de robótica, que ocorreu em fevereiro deste ano, no SESI Araçagi, em São Luís, e que representam o Maranhão na disputa do Torneio SESI FLL em  Brasília, são:  Dracarys, Gipsy Danger e The Crew, do SESI São Luís (MA); Robotic’s Angels, do SESI Imperatriz (MA); Smart Team, do SESI Bacabal (MA), e Robotics Alpha, da Escola Municipal Wady Fiquene (Imperatriz-MA), equipe patrocinada pelo SESI por meio do projeto Prototipando Sonhos.

Formula 1 e FTC – Na modalidade F1 in Schools, os competidores das escuderias Graffeno, do SESI Imperatriz, Pugnator, Ragnar e Spartacus, do SESI São Luís, são as que competem no nacional, em Brasília. Já as equipes Everest e Falcons vão representar o Maranhão, pela primeira vez, na modalidade First Tech Challenge (FTC).

Para o professor e técnico de FTC do SESI de São Luís, Luís Eugênio, a expectativa é muito grande.

 “Vivemos uma mistura de nervosismo e expectativa. É uma grande honra representar pela primeira vez o Maranhão nessa modalidade. Treinamos muito e estamos em busca de experiências, competindo nacionalmente. Esperamos fazer uma grande competição”.

O clima no Mané Garrincha nesse primeiro dia é de muita animação e ansiedade. A aluna da Escola do Sesi, em Imperatriz, Miriam Vitória, da equipe Graffeno, de F1, fala do nervosismo e dos preparativos para o nacional de robótica.

“Sou gestora, designer e piloto da escuderia. Essa é a minha primeira experiência no F1 in Schools e participar do nacional é gratificante e uma honra para mim e para meus colegas”.

“Apesar de parecer brincadeira, a robótica educacional é levada a sério e dá resultado. Nossa expectativa é grande e sabemos valorizar o empenho e a dedicação de todas as equipes do Maranhão”, destaca o superintendente regional do Sesi Maranhão, Diogo Lima.

 

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