CONVERSA FRANCA 

Manifestações mostram polarização

Um dia depois de o ex-presidente Lula participar, quinta-feira (16), em Natal de uma programação de pré-campanha, ao lado da governadora Fátima Bezerra, nesta sexta-feira (17), foi a vez do presidente Jair Bolsonaro também ir ao encontro do povo da capital do Rio Grande do Norte.

Os dois políticos fizeram corpo a corpo com seus simpatizantes e não dá para saber quem se saiu melhor em termos de público.

As pesquisas dizem que Lula tem seu melhor desempenho na região Nordeste, onde Bolsonaro seria o mais rejeitado, mas pelo Datapovo isto não ficou tão evidenciado assim.

Jornalismo desacreditado

O Reuters Institute for the Study of Journalism, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, publicou, quarta-feira (15), seu relatório anual sobre o consumo de notícias em todo o mundo. Os dados foram publicados por Daniela Pinheiro, no UOL.

Feita com mais de 93 mil leitores em 46 países, a pesquisa traz números preocupantes: 38% dos entrevistados disseram que frequentemente ou às vezes evitam buscar informações sobre certos assuntos — sobretudo quando se trata de política ou da pandemia porque esse tipo de jornalismo é “deprimente e repetitivo”.

Apenas 42% dos pesquisados disseram acreditar na maioria das notícias na maior parte do tempo. No último lugar no ranking, nos Estados Unidos são apenas 26%. No Brasil, 48% dos entrevistados acreditam no que leem. Uma proporção significativa dos jovens diz que evita as notícias porque são “difíceis de acompanhar”.

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1 comentário

  1. Clenio Ramos de Farias on

    Os dois políticos fizeram corpo a corpo com seus simpatizantes e não dá para saber quem se saiu melhor em termos de público.

    É,se a nossa única fonte de informação, fosse veículos de informação tipo: “Maranhão Hoje”,eu tomaria como uma verdade a afirmação que a matéria faz,mas consultando e tendo acesso a outras fontes, que estão na palma da minha mão, posso concluir com a maís absoluta certeza de que,a afirmação que a matéria de”Maranhão Hoje” faz, tem mais haver com militância disfarçada de imprensa do que jornalismo de verdade.

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