Acordo reforça a importância da excelência profissional
Durante a segunda edição do Conecta Sindicatos 2024, realizada hoje (18/07), no Hotel Abbeville, a Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB/MA), assinaram um importante termo de cooperação.
O acordo tem como principal objetivo ampliar a comunicação e a cooperação entre as duas instituições, além de promover a qualificação e a atualização dos profissionais inscritos na OAB/MA.
O “Conecta Sindicatos 2024”, promovido pelo Núcleo de Associativismo e Negócios (NAN) da Fiema, reuniu líderes sindicais para debater e relacionar ideias transformadoras que apoiem os sindicatos na construção de entidades mais representativas e com maior capacidade de atuação. O evento também foi uma oportunidade para apresentar novas parcerias e benefícios aos sindicatos e empresas associadas, bem como as novidades em produtos e serviços do Sistema Fiema (Sesi, Senai, IEL, Federação).
Durante a cerimônia de assinatura do convênio, o presidente da FIEMA, Edilson Baldez, destacou a importância da parceria.
“Este acordo é fundamental para atualizar e aprimorar o conhecimento dos nossos profissionais, permitindo que estejam sempre à frente das demandas e desafios do mercado. Temos procurado ao longo do tempo firmar parcerias, a exemplo das ações com Governo do Estado, Tribunal de Justiça e agora OAB-MA”, afirmou Baldez.
A assinatura do convênio representa um marco significativo para ambas as instituições, que agora poderão trabalhar de forma mais integrada para oferecer melhores oportunidades de qualificação e desenvolvimento aos seus membros. A expectativa é que as ações conjuntas resultem em um impacto positivo tanto para a Fiema quanto para a OAB/MA, beneficiando diretamente os profissionais e a sociedade maranhense.
O presidente da OAB-MA, Kaio Saraiva, disse que reconhece aqueles que produzem a economia do estado e que os 24 mil advogados ativos no Maranhão têm um papel fundamental no fortalecimento, no crescimento e no bom desenvolvimento da indústria e do comércio. “Eles podem contribuir para que o comerciante e o industriário possam exercer a sua atividade com algo que é fundamental e que nós temos cobrado cada vez mais no Judiciário, que é a segurança jurídica”, destacou Saraiva.




