
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Se governadores e prefeitos forem também alvo de investigação, os senadores pelo Maranhão permanecem ou caem fora da CPI da Pandemia?
Flávio Dino trocou as bolas sobre quando foi aliado do PSDB
Na entrevista concedida ao portal Poder360, publicada no último sábado (10), o governador Flávio Dino (PCdoB) trocou as bolas quando foi mostrar sua aliança com PSDB para provar que nem sempre prevalecem as coligações nacionais nos estado. Em vez de mencionar a disputa eleitoral de 2014, quando se aliou a Aécio Neves (PSDB), que era adversário de Dilma Rousseff (PT), deu como exemplo a eleição passada. “Tinha eu, com Haddad, o meu vice era Alckmin e um senador do PDT com o Ciro”, disse, mas não foi bem assim.
Alckmin foi candidato em 2018 e quem o apoiava no Maranhão era o senador Roberto Rocha, tampouco o vice de Dino era do PSDB, pois Carlos Brandão já estava no Republicanos. Narrado, como foi, parece que o governador e o PSDB sempre tiveram boas relações.
Num outro trecho da entrevista, chama atenção como Flávio Dino trata o governador paulista, João Doria, que tem baixo índice de preferência do eleitorado, mas acha pode se recuperar. “Eu não descartaria o Doria pelos números de hoje. Acho que ele não cresceu ainda, mas pode vir a crescer. Acho precipitado tirar ele do jogo”, disse Dino, que em 2016, gratuitamente, atacou Doria, só porque este derrotou Fernando Haddad (PT) na eleição pela Prefeitura de São Paulo. “Agora nós temos o próprio Berlusconi, que é o João Doria”, comparou ao polêmico político italiano Sílvio Berlusconi.
Pauta política da semana é criada por Kajuru
Para você meditar…
A árvore, quando está sendo cortada, observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira
(Provérbio Árabe)
Divulgando os números do Vacinômetro
O deputado federal Aluísio Mendes resolveu dar uma força ao presidente Jair Bolsonaro na divulgação dos números do Vacinômetro, no qual mostra quantas doses de vacinas foram distribuídas e quantas aplicadas. “Quanto mais rápida for a distribuição das vacinas pelos estados e municípios, mais vidas serão salvas. Fiquem atentos às quantidades que seu município e estado estão recebendo. Desde o início da campanha, o Ministério da Saúde distribuiu 42 milhões de doses”, disse ele em sua conta no Twitter.
Aliados, mas em campos opostos
E por falar em Aluísio Mendes (PSC), que é apoiador de Jair Bolsonaro, e Gastão Vieira (PROS), que é um dos maiores críticos do presidente da República, agora estão no mesmo time. Os partidos de ambos se juntaram ao PTB e formaram um dos maiores blocos da Câmara Federal, sendo Aluísio o líder desse conglomerado de legendas.
O QUE ELES DISSERAM
Em mais de um ano de pandemia, o governo federal não editou nenhum decreto sobre vacina, pesquisa, medicina para salvar vidas. Mas editou decretos para provocar mortes, para aumentar a quantidades de armas nas mãos dos cidadãos e fortalecer clubes de tiros. Que princípios cristãos são esses do Presidente da República?
(Da senadora Eliziane Gama, dizendo desconhecer uma medida sequer do governo federal para enfrentamento da covid-19, seja compra e distribuição de vacinas, compra de ventiladores, habitação de leitos de UTIs etc)




