Marca planeja instalar cozinhas invisíveis destinadas ao delivery
Para ingressar no mercado de alimentação maranhense, o Divino Fogão, rede fundada há 38 anos e que conta com 199 pontos de vendas, entre restaurantes localizados em shopping centers e cozinhas invisíveis, planeja a implantação de cinco operações de dark kitchens, que são focadas para a venda via de delivery.
Este conceito foi impulsionado no Brasil durante a pandemia e no caso do Divino Fogão, o projeto visa empresários que já atuam no setor Food Service, permitindo aumento no faturamento do negócio, além de levar os pratos tradicionais da marca para cidades onde não atua.
O projeto de dark kitchen do Divino Fogão funciona no formato de licenciamento de marca, desenvolvido em parceria com a Guersola Consultoria, e vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de alimentação. Com investimento inicial de R$ 17,5 mil – destinado à compra de insumos para produção, uso de marca, embalagem, marketing e treinamento -, é possível se tornar um licenciado da rede e atuar por meio da dark kitchen.
Entre as vantagens estão o aproveitamento do tempo ocioso de cozinhas em restaurantes, lanchonetes, pizzarias, padarias e bares, além de toda a capacitação e treinamento oferecidos pelo Divino Fogão. Com a implantação do modelo, o licenciado pode contar com um faturamento médio mensal de R$ 20 mil.
“Durante a pandemia, vimos uma brecha para ampliar a atuação da rede via delivery. Era um plano que já estava em andamento, mas com o fechamento do comércio, enxergando a necessidade de oferecer aos clientes uma opção de receber as nossas receitas em casa, agilizamos o projeto. A dark kitchen foi ideal para unir o propósito de levar os pratos saborosos e fresquinhos do Divino Fogão até o consumidor e trabalhar em conjunto com empresários que atuam em determinadas regiões com seus próprios negócios de alimentação. Nós acreditamos que essa é uma tendência que veio para ficar e agregar ainda mais ao mercado, principalmente, para operações que atuam dentro de shopping centers. Assim, conseguimos aumentar a presença da marca em cidades onde não há operações nas praças de alimentação”, explica Reinaldo Varela, fundador e presidente do Divino Fogão.




