Evento completa oitava temporada do maior evento do gênero
Mais de 133 inscritos, 17 países representados, 55 pousadas em logística de hospedagem, staf de 40 pessoas em terra e mar (entre enfermeiros, transporte, salvamento), compõem a estrutura nos 1,6 mil quilômetros para a maior aventura de Kite Trip do mundo. Iniciado domingo (25), em Tampaba (PB), a aventura percorre o litoral do Ceará, Delta das Américas (PI), Tutóia (MA), Ilha de Santana e chega a São Luís, nesta sexta-feira (30).
“E imaginar que começamos tudo isso há quase 10 anos com o percurso de apenas 300 quilômetros e somente dois competidores de Portugal e sem condições nenhuma perto da estrutura que temos hoje. Somos abençoados pelos ventos alísios, que deslocam-se em obediência ao efeito coriólis (força inercial causada pelo movimento de rotação), que faz com que os ventos do norte desloquem-se no sentido leste-oeste e os ventos do sul, no sentido oeste-leste, garantindo muito tempo de ventos e temperatura propícia ao esporte do Kitsurf. Não à toa, os europeus vem para o Nordeste e, em especial, o Ceará, desfrutar desse privilégio”, destaca Antônio Marques Filho, CEO do Iron Macho.
“Só quem acompanha de alguma maneira ao menos uma parte dessa kite trip sabe da sensação única que estou falando. Todos estão ali pra sentir a brisa do mar, o vento, as ondas, compartilhando com o colega do lado o desafio de atingir aquela meta, aquele percurso. Como não há vencedores, só existem realizações, o espírito de aventura que queremos preservar no que já é o maior evento de Kite Trip em extensão do mundo”, destaca Marques Filho, CEO do Iron Macho.
No total, são 134 kitesurfistas participando da oitava edição do Iron Macho, além da austríaca Stella Tehani, que irá repetir o desafio de percorrer 1.600 km, viajando da praia de Tambaba (PB), dia 25 de setembro, e chegando, dia 30 de setembro, a São Luís (MA). Outra mulher no percurso é Kathryn Dudley, do Reino Unido.
Com o Ceará cada vez mais presente como destino de esporte de aventura, de mar e vento, o Iron Macho e Iron Divas fortalecem o estado, também, como principal rota turística do Kitesurf, ainda mais com estreia da modalidade nos Jogos Olímpicos de Paris de 2024.
De acordo com a organização do Iron Macho e Iron Divas, o evento é um convite à valorização e preservação das belezas naturais do Nordeste, não apenas as praias e o mar mas, sobretudo, a cultural local, os costumes, a comunidade, a economia que movimenta vários setores, da gastronomia às hospedagens e, claro, o turismo sustentável.
“Temos todo o apoio, estrutura, logística, equipes médicas, instrutores de kite, produtores, para garantir a qualidade e a segurança da programação. Tudo alinhado com as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Organizações das Nações Unidas (ONU).
Uma das principais ações é a promoção da limpeza das praias”, explicou Marques Filho, CEO do Iron Macho, mas o projeto já mantém uma escola de kitesurf na praia de Jericoacoara/CE, onde jovens recebem treinamento e lidam também com temas como empreendedorismo, gestão de negócios, turismo sustentável e de aventura entre outros.




