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    Home»Internacional»Pesquisador aponta ‘erro básico’ de Bolsonaro que trará problemas se Biden vencer Trump
    Internacional

    Pesquisador aponta ‘erro básico’ de Bolsonaro que trará problemas se Biden vencer Trump

    By Arcenildo Martins22 de julho de 2020Nenhum comentário5 Mins Read
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    Em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (E), e o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, conversam na Casa Branca em 19 de março de 2019.
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    Nos Estados Unidos, o republicano Donald Trump tenta a reeleição enquanto o democrata Joe Biden desponta como favorito nas pesquisas de opinião pública. Para saber o que isso significa para o Brasil de Jair Bolsonaro, a agência de notícia russa Sputnik ouviu um pesquisador de História da América que explicou o que podemos esperar no Brasil caso Biden vença as eleições.

    As eleições presidenciais se avizinham nos Estados Unidos e devido à proximidade entre os governos do norte-americano Donald Trump e do brasileiro Jair Bolsonaro, o resultado do pleito pode trazer consequências para a política externa brasileira.

    Apesar do apoio de Bolsonaro a Trump, a situação, por enquanto, está desfavorável para o republicano na corrida eleitoral. É o que aponta o professor Roberto Moll, que leciona História da América no Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos da Defesa e da Segurança na Universidade Federal Fluminense (UFF).

    “Me parece que hoje a eleição está muito mais favorável para o Biden do que para o Trump, embora isso não esteja definido, não seja certo”, avalia o professor em entrevista à Sputnik Brasil.

    Moll entende que Trump está em baixa devido ao avanço da pandemia do novo coronavírus nos EUA e também devido aos protestos antirracistas que se espalharam pelas ruas do país. O pesquisador alerta para o fato de que as eleições dos EUA ainda podem surpreender, como em 2016, devido ao sistema de votos norte-americano – no qual o presidente não é eleito pelo voto popular diretamente, e analisa as possíveis consequências para o Brasil e a América Latina caso Biden saia vitorioso.

    Erro básico – Roberto Moll explica que uma eventual derrota de Trump pode ser um problema para Bolsonaro, que vive sua própria crise política no Brasil e desde a campanha eleitoral declara alinhamento político com o atual ocupante da Casa Branca.

    “O governo brasileiro cometeu um erro básico de política externa, que é fazer a política externa com base em amizades e inimizades pessoais – sobretudo, inimizades pessoais”, aponta.

    Moll ressalta que o maior problema desse posicionamento é em relação às inimizades, lembrando que Bolsonaro chegou a “praticamente fazer campanha” para presidentes de outros países. Exemplos dessa posição ocorreram em relação à Argentina, ao Uruguai e também com os EUA, com Trump, a quem Bolsonaro dedica admiração.

    “Vale lembrar que essa relação com base em pessoalidade e amizades ou inimizades pessoais, recentemente trouxe pouca ou nenhuma vantagem comercial para o Brasil. O Brasil, no ano de 2020, de janeiro a junho, tem tido um déficit comercial com os Estados Unidos”, aponta o professor, que ressalta o quadro mesmo lembrando que o mundo vive uma crise econômica decorrente da pandemia da COVID-19.

    O pesquisador da UFF pondera, no entanto, que uma eventual eleição de Biden não significaria uma ruptura com o Brasil. Para ele, há interesses de setores das sociedades civis de ambos os países nessa relação bilateral, e essa dinâmica garante certa estabilidade.

    “Acredito que essas relações vão ser pautadas pelo pragmatismo desses interesses da sociedade civil e pelo próprio pragmatismo do governo estadunidense. É bom lembrar que Joe Biden não é Donald Trump, não vai se eleger com o discurso do Donald Trump, nem com a retórica de Donald Trump”, avalia.

    O pesquisador Roberto Moll também expressa preocupação com o fato de que Bolsonaro terá trabalho para buscar formas de legitimidade caso ocorra uma derrota de Trump.

    “O grande problema, na verdade, que eu percebo ou que a gente deveria estar se perguntando e que é decorrente dessa tensão um pouco maior – caso o Biden vença as eleições –, é de que o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, vai passar dois anos de mandato tendo que buscar outras formas de legitimidade interna e internacional”, aponta Moll.

    Outro aspecto problemático apontado pelo professor no quadro que pode se desenhar com a vitória de Biden é que o democrata tem se apresentado como um defensor do meio ambiente, o que pode agravar a crítica internacional contra a política ambiental de Bolsonaro. Para Moll, a questão para Biden tem também motivos eleitorais, mas trará consequências para Bolsonaro.

    Joe Biden, candidato à presidência dos Estados Unidos, pelo Partido Democrata.
    Joe Biden, candidato à presidência dos Estados Unidos, pelo Partido Democrata (Susan Walsh)

    Liderança regional – Devido à crescente influência e competição com a China na América Latina, um eventual governo Biden nos EUA deve voltar esforços para o continente em busca de garantir uma posição norte-americana na região. É o que diz o professor Roberto Moll, que acredita que esse contexto fará com que haja aproximação mesmo com governos progressistas, apesar das limitações.

    “Acho que a tendência com uma vitória do Biden é de que haja uma aproximação dos Estados Unidos com a América Latina nos próximos anos. Entretanto, uma aproximação com os governos progressistas da América Latina que vai ser muito menos tensa – mas não significa ausência de tensão, muito menos significa que o progressivismo na América Latina vai estar aí livre e ilimitado para tomar caminhos quase revolucionários”, alerta o professor.

    Moll aponta que um eventual governo Biden tentará, apesar da aproximação, impor limites a governos progressistas na região, incluindo a Venezuela. O pesquisador recorda que durante o governo de Barack Obama, de quem Biden foi vice-presidente, o Brasil agiu como mediador dessa relação dos EUA com governos progressistas na região, mas que não espera essa posição de Bolsonaro.

    “O Brasil não me parece nem um pouco disposto a exercer essa função de mediador entre países progressistas e os Estados Unidos. Então essa é uma incógnita, quem vai exercer essa função de mediação?”, afirma.

    (Agência Sputnik)

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