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    Home»Negócios»IPCA fica em -0,29% em setembro, terceiro mês seguido de deflação, segundo o IBGE
    Negócios

    IPCA fica em -0,29% em setembro, terceiro mês seguido de deflação, segundo o IBGE

    By Arcenildo Martins11 de outubro de 2022Nenhum comentário7 Mins Read
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    Gasolina exerceu o impacto negativo mais intenso

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro foi de -0,29%, terceiro mês seguido de deflação e a queda foi menos intensa do que as registradas em julho (-0,68%) e agosto (-0,36%). No ano, a inflação acumulada é de 4,09% e, nos últimos 12 meses, de 7,17%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O grupo dos transportes (-1,98%) exerceu o maior impacto negativo sobre o índice geral, contribuindo com -0,41 ponto percentual (p.p.).  Este é o terceiro mês consecutivo de queda nos transportes.

    “Os combustíveis e, principalmente, a gasolina têm um peso muito grande dentro do IPCA. Em julho, o efeito foi maior por conta da fixação da alíquota máxima de ICMS, mas, além disso, temos observado reduções no preço médio do combustível vendido para as distribuidoras, o que tem contribuído para a continuidade da queda dos preços”, explica o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

    Em setembro, com queda de 8,33%, a gasolina exerceu o impacto negativo mais intenso no índice (-0,42 p.p.). Os outros três combustíveis pesquisados também tiveram queda nos preços: etanol (-12,43%), óleo diesel (-4,57%) e gás veicular (-0,23%). “O etanol, mesmo tendo um preço livre, acaba acompanhando a gasolina, pois é um produto substituto”, acrescenta Kislanov. No grupo, houve ainda o recuo nos preços das motocicletas (-0,08%), dos automóveis novos (-0,15%) e dos automóveis usados (-0,38%), que haviam subido em agosto.

    • Regionalmente, apenas uma das 16 áreas teve variação positiva em setembro. A alta em Vitória (0,17%) foi puxada pelas variações da taxa de água e esgoto (13,01%) e da energia elétrica residencial (4,95%). O menor resultado ocorreu na região metropolitana de Fortaleza (-0,65%), principalmente por conta da queda de 11,05% nos preços da gasolina.
    RegiãoPeso Regional (%)Variação (%)Variação Acumulada (%)
    AgostoSetembroAno12 meses
    Vitória1,860,460,173,647,07
    Belém3,940,18-0,013,835,45
    Rio Branco0,51-0,34-0,093,746,88
    Rio de Janeiro9,430,01-0,115,508,42
    Aracaju1,03-0,50-0,124,607,75
    São Luís1,62-1,07-0,153,947,14
    Curitiba8,09-0,46-0,164,027,20
    Campo Grande1,57-0,39-0,224,007,15
    Brasília4,06-0,22-0,263,756,63
    Goiânia4,17-0,32-0,312,686,31
    São Paulo32,28-0,01-0,324,847,91
    Salvador5,99-0,17-0,324,978,87
    Belo Horizonte9,69-1,25-0,352,785,78
    Recife3,92-1,40-0,433,496,79
    Porto Alegre8,61-0,90-0,461,834,85
    Fortaleza3,23-0,74-0,654,196,88
    Brasil100,00-0,36-0,294,097,17
    Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços     

    Já o grupo alimentação e bebidas passou de alta de 0,24% em agosto para queda de 0,51% em setembro, puxado pela alimentação no domicílio (-0,86%). “Os alimentos vinham apresentando crescimento desde o começo do ano, inclusive altas fortes em março (2,42%) e abril (2,06%). Essa queda de setembro é a primeira desde novembro de 2021 (-0,04%)”, afirma Kislanov.

    O gerente do IPCA destaca que o produto que mais impactou neste resultado foi o leite longa vida (-13,71%), que contribuiu com -0,15 p.p. no resultado do mês: “O leite vinha subindo muito nos últimos 12 meses, especialmente em 2022, por conta do período de entressafra, a partir de março e abril, mas também por causa da guerra da Ucrânia, que aumentou muito o preço dos insumos agrícolas. Agora, com o final do período de entressafra e a volta das chuvas, aumentou a oferta do produto no mercado, o que gerou uma queda nos preços.” Apesar da queda, o produto ainda tem alta de 36,93% no acumulado dos últimos 12 meses.

    • Nos índices regionais, duas das 16 áreas tiveram alta em setembro. A maior variação ficou com Vitória (0,21%), puxada pelas altas de 13,00% da taxa de água e esgoto e de 5,01% da energia elétrica. Já a menor variação foi observada em Porto Alegre (-0,66%) em função das quedas de 9,04% nos preços da gasolina e de 17,94% nos preços do leite longa vida.
    RegiãoPeso Regional (%)Variação (%)Variação
    Acumulada (%)
    AgostoSetembroAno12 meses
    Vitória1,910,660,213,236,36
    Belém6,950,290,114,145,70
    São Luís3,47-0,76-0,064,597,57
    Rio Branco0,72-0,60-0,063,396,39
    Aracaju1,29-0,18-0,105,258,14
    Curitiba7,37-0,51-0,253,416,26
    Rio de Janeiro9,380,06-0,265,428,17
    Goiânia4,43-0,07-0,273,406,84
    Recife5,60-1,13-0,304,217,20
    Salvador7,92-0,01-0,335,689,63
    Brasília1,97-0,24-0,343,145,76
    Campo Grande1,73-0,29-0,384,117,03
    São Paulo24,600,04-0,395,588,45
    Belo Horizonte10,35-1,20-0,442,755,57
    Fortaleza5,16-0,68-0,594,357,07
    Porto Alegre7,15-0,78-0,661,384,25
    Brasil100,00-0,31-0,324,327,19
    Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços     

    Além do leite, destaca-se também a redução nos preços do óleo de soja (-6,27%). “No caso do óleo de soja, a explicação vem da redução do preço da soja no mercado internacional, que está caindo desde o final de junho”, contextualiza.

    Ainda entre os alimentos, pelo lado das altas, o maior aumento veio da cebola (11,22%). “O que está causando essa alta é o fato de a produção do Nordeste estar aquém do esperado, aliada a uma redução da área de plantio. Nos últimos 12 meses, a cebola subiu mais de 120%”, destaca o gerente da pesquisa.

    Outro grupo em alta foi o de vestuário (1,77%), assim como já havia acontecido em agosto (1,69%). Todos os itens tiveram alta em setembro, com destaque para as roupas femininas (2,03%), que contribuíram com 0,03 p.p. Kislanov observa que isso pode estar relacionado a uma demanda reprimida no pós-pandemia. “Enquanto vários produtos tiveram uma alta de preços significativa na pandemia, o vestuário não, então, também tem uma base de comparação mais baixa”.

    A alta do grupo despesas pessoais (0,95%) foi puxada pelo aumento dos serviços bancários (1,56%). Além disso, serviços ligados ao turismo, como hospedagem (2,88%) e pacote turístico (2,30%) também subiram. “Essas altas também são explicadas por esse contexto de retomada dos serviços após a pandemia”, explica o gerente.

    Outro destaque foi o grupo habitação, que acelerou na passagem de agosto (0,10%) para setembro (0,60%), especialmente por conta da energia elétrica residencial, que subiu 0,78%, após a queda de 1,27% observada no mês anterior. Kislanov explica que o aumento é efeito do reajuste tarifário observado em Vitória e Belém.

    Regionalmente, apenas uma das 16 áreas teve variação positiva em setembro. A alta em Vitória (0,17%) foi puxada pelas variações da taxa de água e esgoto (13,01%) e da energia elétrica residencial (4,95%). O menor resultado ocorreu na região metropolitana de Fortaleza (-0,65%), principalmente por conta da queda de 11,05% nos preços da gasolina

    INPC tem queda – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve queda de 0,32% em setembro, resultado muito próximo ao registrado em agosto (-0,31%). No ano, o INPC acumula alta de 4,32% e, nos últimos 12 meses, de 7,19%. Os produtos alimentícios passaram de alta de 0,26% em agosto para queda de 0,51% em setembro. Os preços dos não alimentícios, por sua vez, continuaram caindo (-0,26%), embora o recuo tenha sido menor que o do mês anterior (-0,50%).

    Mais sobre as pesquisas – O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC, as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra.

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