Para xx-presidente, governar é ter sensibilidade feminina
Em conversa com quebradeiras de coco neste sábado (03), em São Luís (MA), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lembrou a luta das mulheres por sobrevivência, criticou a violência secular da qual muitas são vítimas e disse que vai recriar o Ministério das Mulheres, para tratar dos interesses específicos delas. O Ministério da Mulher existe desde 1997, criado ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso e tem como atual ministra, Cristiane Britto.
Lula disse que, se ganhar as eleições, vai convidar as quebradeiras de coco para uma reunião em Brasília para que ajudem na definição das políticas, formalizando o que desejam.
“Esse é o sentido da política: a gente fazer com que as pessoas melhorem de vida. Nós não queremos tirar nada de ninguém, o que eu quero é que todo mundo tenha direito ao mínimo necessário. Direito ao respeito, direito ao trabalho, direito ao salário, direito a uma casa”.
O ex-presidente, ao prometer mais ações ao segmento feminino, disse que “nós vamos recriar o Ministério das Mulheres”. Lula afirmou que é preciso assegurar a todos o direito ao respeito, ao trabalho, ao salário e a uma casa, o ex-presidentes destacou as condições das mulheres e disse que ainda prevalece o machismo na sociedade brasileira, que dificulta a situação das mulheres.
Lula citou como exemplo homens que se acham progressistas, mas acham que lavar louça e cozinha é tarefa exclusiva da mulher. “Não é. A gente pode repartir essas coisas com as companheiras, e viver melhor, viver feliz”.
Como uma mãe – O ex-presidente lembrou políticas inclusivas de seus governos, como o Luz para Todos e voltou a dizer que governar é agir como uma mãe, de forma sensível, humana e solidária para cuidar do coletivo da família, tratando todos com igualdade, mas com um pouco mais de cuidado com o filho mais fraco.
“E assim é o governo. O governo existe para fazer com que as pessoas de baixo tenham oportunidade de fazer um curso como você fez, porque todos nós sonhamos em fazer um curso, todos nós”.
Em diferentes manifestações públicas, o ex-presidente tem destacado o protagonismo feminino. Ele defende, por exemplo, equiparação salarial com os homens e mais mulheres na política.
(Com informações da assessoria do candidato)

